Ensino a distância para evitar coronavírus

Cerca de 400 milhões de crianças e jovens de 29 países estão estudando em casa, por conta de medidas adotadas por escolas e faculdades, a fim de evitar o contágio com o coronavírus, segundo dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). 

No Brasil, em virtude da previsão de aumento exponencial no número de pessoas infectadas nos próximos dias, o cenário não deve ser diferente. Diversas marcas educacionais, entre elas, Insper, Cásper Líbero, FGV e Unicamp, suspenderam as aulas presenciais e outras se preparam para um eventual cancelamento. 

Por mais que o risco da doença gere receio em pais e alunos, é necessário que as instituições deem continuidade às atividades que seriam realizadas presencialmente, aponta Adriano Guimarães, CEO da Prova Fácil, principal ferramenta de gestão de provas do País, e especialista em educação.

“Com a possibilidade mais elevada de contágio por Covid-19 em locais de aglomeração de pessoas, uma ótima alternativa para a continuidade dos cronogramas acadêmicos é a adesão de ferramentas e soluções de ensino a distância e de provas on-line”, afirma. 

 A própria Unesco coloca a tecnologia como uma alternativa fundamental neste contexto da pandemia. Existem ferramentas para a modalidade de EaD (Ensino a Distância), em que o estudante ouve o professor e interage com ele e com colegas de classe, em uma sala de aula on-line, possibilitando que o processo de ensino não seja afetado.

 As provas, por sua vez, podem ser feitas pela Internet. Uma das soluções adotadas por faculdades em todo o Brasil é a Prova Fácil, usada na aplicação de provas em 10% das instituições de ensino superior brasileiras.