Malas prontas!

A indústria de malas se reinventou nos últimos anos com a revolução pela qual passou o mercado de produtos e serviços ligados a viagens.

A Ika, uma das principais marcas brasileiras do segmento, passa a ter em 2018 uma nova estrutura comercial e de distribuição e lança linhas de produtos com tecnologia e design de ponta.

O reposicionamento da marca aposta em tecnologia e design na expansão das coleções de malas e acessórios de viagem.

As linhas Vanguard, Shell, Unika e Victory são as novidades apresentadas pela marca.

Cada uma delas com características próprias de matéria-prima e layout, todas as linhas apostam na tecnologia e qualidade: design moderno, material ABS, carrinho embutido, cadeado TSA, zíper expansor que aumenta em 30% o espaço, rodas duplas 360°, alças diferenciadas, elásticos na parte interna, modelos monocromáticos, puxador, placa e forro personalizados.

A contratação do executivo de vendas Marcelo Montanari, com 15 anos de experiência no segmento, para a ampliação da rede de distribuição dos produtos em todo o Brasil também faz parte da estratégia.

De acordo com o diretor de marketing da K1, detentora da marca, Leon Knopfholz, o consumidor busca design, tecnologia e preço. “As mudanças do perfil de viagens, o incremento do deslocamento aéreo, tanto a lazer como profissional, e as restrições de peso das companhias aeronáuticas foram determinantes para as mudanças do segmento”, explica.

História – a marca Ika acompanhou toda esta mudança. Seu primeiro registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial é de 1948, realizado pela empresa fundadora, a Indústria Irmãos Knopfholz Associados.

De 1950 a 1980, a marca cresceu continuamente, com expressiva participação no mercado nacional e internacional de malas e artigos de viagem.

A marca teve posicionamento icônico na mente de várias gerações de brasileiros, como sinônimo de tradição e qualidade, sendo cúmplice de emoções nas idas e vindas, encontros e desencontros das pessoas em seus diversos tipos de locomoção.

A década de 1990 foi de imensas dificuldades para a indústria, assim como para tantas outras no Brasil. Em 1996, a empresa abriu falência e após um leilão de seus ativos a marca passou por diversos grupos empresariais, até ser comprada pela K1 Licenciamento e Marketing.

A estratégia de reposicionamento da marca colocou a Ika novamente ao mercado brasileiro e posição estratégica entre os principais players nacionais e internacionais.