Para maiores de 50 anos

A Tea Time – Inglês para Maiores de 50 Anos, em Curitiba, recebe todos os anos uma turma muito especial de novos alunos interessados em aprender um segundo idioma. São os mais dedicados, envolvidos e estimulados estudantes: aqueles que pretendem aprender para viver melhor. Isso porque a faixa etária desde grupo é aquela que já trabalhou o suficiente e, neste momento da vida, está pensando em viajar, mergulhar em novas culturas e incentivar o cérebro.

A Tea Time vai começar o ano com novidades. Além do curso regular, com aulas de uma a duas vezes por semana, a escola conta com clubs de atividades e alternativas extracurriculares do curso para quem quer aperfeiçoar as habilidades específicas, como coral, pronúncia, inglês através da música e o “Situaction”, com atividades de improviso e diálogos que simulam a vida real. Além disso, a escola oferece atividades extras às sextas-feiras, como cinema, chá da tarde, passeios externos, leitura de livros em conjunto, clube do vinho, palestras com temas variados, entre outras. Durante o mês de janeiro, a Tea Time está promovendo workshops (R$ 50,00)  e tea afternoons (R$ 25,00) abertos ao público.

O intercâmbio deste ano, em maio, será em Bournemouth, na Inglaterra. Qualquer aluno poderá participar do programa, pois os cursos são para iniciantes até os mais avançados. Além da Inglaterra, em setembro a Tea Time promoverá uma viagem de turismo, um cruzeiro para o Alasca que vai durar 10 dias. A escola já fez intercâmbio com seus alunos em Malta, onde foram três vezes, e uma vez no Canadá.

Embora o calendário regular de aulas comece no próximo dia 17 de fevereiro, as matrículas seguem abertas o ano todo. A sócia-proprietária Renata Gardiano explica que a maioria dos alunos começa o semestre escolar nesta época, mas aqueles que se matriculam depois são colocados em turmas que atendam seu nível prévio, seja de iniciante até aqueles que participam de clubes de conversação. “A escola oferece todo o apoio didático para que o aluno acompanhe sua turma sem prejuízo de conteúdo”, afirma.